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Open PeepsPablo Stanleyhttps://www.openpeeps.com/https://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/Remix of „Open Peeps” (https://www.openpeeps.com/) by „Pablo Stanley”, licensed under „CC0 1.0” (https://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/)
Financeiro

14 de agosto de 2026 · 3 min de leitura

Custo fixo e custo variável: por que separar isso muda a decisão

Duas despesas de R$ 500 no mesmo mês parecem equivalentes olhando só o valor. Mas se uma é aluguel (continua existindo mesmo sem vender nada) e a outra é comissão de um job específico (só existe porque aquele job aconteceu), elas pedem decisão completamente diferente quando o mês aperta.

A diferença em uma frase

Custo fixo existe independente de vender — aluguel, salário, assinatura de ferramenta, pró-labore. Custo variável só existe em função da venda — comissão, material de um job específico, frete de uma entrega.

Por que a distinção muda a decisão

Custo fixo é o número que diz quanto o negócio precisa faturar só pra não ficar no vermelho, antes de contar qualquer lucro. Custo variável cresce e encolhe junto com a venda — não é o que ameaça o mês fraco. Confundir os dois faz gente cortar o que não devia (às vezes o custo variável de um job lucrativo) e manter o que devia ser revisto (uma assinatura fixa que ninguém usa mais).

O exercício simples que ajuda

  • Listar cada despesa do último mês
  • Marcar: isso existiria mesmo se nenhum job tivesse acontecido?
  • Se sim, é fixo. Se só existe por causa de um job específico, é variável
  • Somar os fixos — esse número é o que o negócio precisa cobrir todo mês, sempre

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